quarta-feira, janeiro 12, 2011

As idades dos porquês

Nunca me preocupei em saber porque o céu é azul, como se fazem os bébés... Apressei-me aos 6 anos a perguntar à minha mãe se não tinha, de certeza, sido trocada no hospital (ai o velho hospital de Faro...)... Por norma e em todas as minhas idades, os porquês estavam presentes... Mas eu questiono atitudes, não sendo santa, questiono em especial más atitudes...
Às vezes cansa, a sério, e tira-me a força mas é como sou e não julgo prejudicar ninguém, apenas gosto de analisar o que me rodeia. Chego a conclusões brilhantes e assustadoras e continuo a dizer que gosto de mim. Porque se eu não sou amiga, não digo que sou, porque se eu não quero, não o faço e quando quero, quero mesmo, entrego-me: seja a uma pessoa, a uma causa, a uma simples arrumação da casa. Porra pá, é pedir muito, pensar na vida de vez em quando?
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

2 comentários:

  1. Hoje estás filosófica...
    Mas nós temos sempre um porquê para pensar e para saber.
    O ser humano gosta de se questionar e pronto,faz parte de nós.

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.