domingo, novembro 28, 2010

Avisa

Avisa quando existirem palavras para isto.
Avisa quando se conseguir explicar, deduzir, exclamar e apontar.
Dizes-me que não sabes, pois eu sei que o saberás. Avisa quando uma história estiver construída, sem rodeios, sem mentiras...
Terás espaço, terás folhs em branco, serei uma tábua rasa, uma força, uma onde que te invade como se de calor ou frio se tratasse...
Avisas? Eu espero...
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.