sexta-feira, outubro 01, 2010

O que mais podes ter?

Não é medo. É uma questão. O que mais podes ter ou querer?
Agora dás-te ao trabalho... o enorme esforço de não me deixar fechar a porta e pedir para não te odiar... Como? Eu amo como odeio e vice versa. Esqueceste de quem sou, o que sou e como alimento a minha forma de ser.
Querias o meu sangue? Viesses sugá-lo da minha pele para saboreares a minha vida. Querias ser o meu ar, beija-me a boca e tapa-me o nariz, respira para mim...
Querias estar lá, no negro das escadas da tua biblioteca, perto da tua aranha de estimação e querias estar perto de quem também precisava.
Neste meu abrigo de sangue para te dar, mexo e remexo em pormenores, nem toda a gente me percebe mas assim, sinto-me mais viva, enquanto tu morres, enquanto aquilo te desfaz, eu estou aqui. Não é medo. è uma questão. Pertinente.
Não fujas.
Fica quieto.
Não sigas regras, segue-me.
Segue a brisa que passa pela tua face neste momento.
NÃO SOU SUPERIOR, SUPERO-ME!

6 comentários:

  1. ººº
    Só uma observação... os nossos banners... SÃO LINDOS e ponto final, rs

    Bjo minha linda

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  2. Eh eh eh...
    olha lá, não me consegues ajudar para isto actualizar?

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  3. ººº
    Como assim?

    Se puder... tudo farei p'ra melhorar o que entenderes.

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  4. Mandei mail e daqui a nada vou aos arames, todos os seguidores me vêem morta desde dia 25 e eu acabei de postar um textinho tão dramalhão e lindo (e verdadeiro)

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  5. Este texto é triste.
    Estou perante um grito de ajuda ou uma revolta que te angustia?

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  6. Pois, é tudo isso e mais alguma coisa...
    beijinho

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Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.