domingo, setembro 28, 2008

Loucura por Pink Poison

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Loucura
Loucos são aqueles que mais sentem, que mais amam e odeiam e que mais pensam
Saberás tu se és louco ou se o queres ser nessa tua concha de loucura?
Pessoa, fumava ópio por ser um lutador e um louco é um lutador, não!
Digo eu
Ser louco é bom, tem-se a desculpa, tem-se o vazio. Têm-se as insónias.
Mudar para quê, se ser louco é tão bom?
Melhor é esperar que a mudança chegue e mude! Faça sorrisos rasgarem nas faces, faça os corpos presentes terem também as mentes presentes. A mudança tapa os buracos nas almas, faz as noites em claro desaparecem….
E mais um dia que passa, esteja eu onde estiver, rodeada de gente, quero ir para os teus braços. Sair deste mundo de loucos, a distante frieza das palavras não basta! Quero ir porque portas em mim não foram abertas por ti, sai da concha e encosta-te a mim… Os loucos ficam lá fora…
Ou seremos nós os loucos, os que fazem o que querem e amam-se até à exaustão.
Loucura

Inverno, Lava-me a Alma, Por pink poison



Inverno, lava-me a alma

De TI, quero eu lembranças poucas. Quando Te aproximas,todos se preparam como se de um aniversário se tratasse. Inverno, tu que tens fama de entristecer as pessoas,causas em mim, outros sentimentos: a nostalgia, o amor, o despertar daquilo que estava adormecido pelo calor... Leva-me com o teu vento, limpa-me com a água que trazes, gela-me os maus pensamentos, congela o meu coração, o meu amor para que durem toda a eternidade. Limpa os restos de raiva que existem nas pessoas, ensina-nos como o frio é bom.Como é bom ter um livro para ler e não o ler, é bom, ter um guarda-chuva e andar à chuva.
Sentir cada gota na cara, de alma lavada fico e limpa de maus presságios. Ó Inverno, porque és Tu tão cruel com alguns, tão calmo com outros e até nem te fazes notar?
Inverno: Lava-me a alma...

De que cor são as dunas, por Pink Poison

Sei, por vezes que um simples agitar de uma brisa, numa corrente de ar provoca um brilho súbito. De uma estrela de bússola ou da bússola do impulso. Há alguém que desassossega, num mundo sossegado e que ensina à tua alma a sua rebeldia.
Também não sei de que cor são os navios, quando partimos no meio dos braços de alguém; Só sei que em cada rua há uma esquina, uma abertura entre a retina dos olhos claros e a maravilha.
Está aberta uma página por uma vontade imaginária.
Não me venham dizer que nunca mais!
Não me venham dizer que o impossível não existe, porque existe. E por isso resta-me aproveitar tudo o que é provável.
Não me venham dizer que não se pode!
As rotas do deserto nascem do desejo assim como as estradas se fazem para unir quem quer ser unido e separar os burros que querem estar sozinhos.
Nesse deserto, o nome estará escrito em todas as dunas e vai ser lido por homens cobertos de panos, que bebem chá de menta a ferver. Para toda a eternidade e enquanto os ventos do deserto deixarem, pois, porque as dunas não são como divãs como diria a canção dos GNR.
Mesmo no sitio mais absurdo, num sentido proibido ou num semáforo (semáforos no deserto ?!), todos os poentes, todas as brisas, todos os grãos de areia e todas as pedras das pirâmides... dizem quem és, quem foste e quem serás; Embora só tu saibas o que queres ( assim o espero).

sábado, setembro 27, 2008

Sempre



Morreu o actor mais sexy do cinema. always sexy...

Agora, por Pink poison


Agora! O ultimo suspiro e a ultima brisa, sou eu. A ultima ondulação banal, o ultimo telefonema banal, sentir o que não é banal. O primeiro e ultimo dia da tua vida sou seu.As palavras de compreensão vem de mim. A tesão dou-ta eu, nos meus braços irás sentir que vale a pena a entrega para o ultimo momento. Dou-te tempo, o tempo voa mas eu aterro em ti e tu deixas, salva-te enquanto podes pois o momento pode não durar muito mas dar gozo, dará com certeza. Agora.

Prazer de Amante, por Pink Poison



Prazer de amante, é a fuga, é a rapidez é a falta de lucidez.
Certo ou errado, a vontade de te saborear, de os meus lábios tocarem todos os centímetros da tua pele, é mais forte. Mais forte que tudo. Estás aí? Eu, aqui, te espero, de lábios rosados, pele quente a arder por ti. Rende-te a esse ímpeto e apanha o vento em minha direcção. Não deixes que nada estrague o momento, a dita eternidade que dura o tempo que durar, a pureza do desejo, o pecado do prazer que um amante dá. De corpo e alma, no nosso eterno, no nosso momento, no nosso abraço, no nosso cheiro que se funde um no outro. Beija-me, do pescoço, aos pés, passa as tuas mãos em mim, em todo o sítio proibido que tem saudades de ti. És tu, que me dás a incondicionalidade pouco duradoura e tão explorada do momento do prazer máximo.

Fora da Mente por Pink Poison

Dá um passeio fora da tua mente e vem sentir o que eu sinto.

Tornar a voltar dar-te-ia uma visão diferente da vida.

Estava ele numa rua, numa noite e numa terra desconhecida. Afirmava que o castigo por vezes não é o certo para o crime.

Quando as lágrimas acabarem, sim, porque um dia elas acabam e eu, numa luta desigual com terceiros, vou ser derrotada duplamente.

Tem um buraco na alma, diz ele, o desgraçado tem é sorte de ainda ter alma.

Acusar sabe muito bem, principalmente quando se sabe que se tem razão. Mas que importa ter razão se não se tem o que se quer?

Uma mente que não dá voltas, vê uma parede e não a contorna, bate na parede vezes sem conta e dali não sai.

Agora diz-me qual a sensação de passar a noite dentro de mim, com os meus pensamentos e as minhas torturas?

Algo lhe diz que está nas últimas, está a ficar louco.

Volta a falar do buraco que tem na alma mas que raio de alma é essa?

Uma alma sem lágrimas, uma fonte que secou para tudo e todos e que não desassossega no meio de um mundo sossegado. Não existem brilhos súbitos nem vontades imaginárias a abrirem capítulos que não vão ter fim.

Esse tipo de amor que alguns dizem existir, põe um homem louco, a um passo do cemitério. O que se pode fazer?

Sente-se como se estivesse a atravessar um sabe-se lá o quê. Sabe que ela nada veste debaixo do sobretudo mesmo antes de se ir embora na autocarro das sete. E vai para Hollywood. E lá vai ela... o seu diamante vai embora.

" O que me podes dar neste momento?" pergunta ele, no meio da ansiedade de passar, ou não, sozinho os próximos meses.

" Tudo.", responde ela num tom calmo e seco.

Porque é que não dormes à noite? Por pensares que perdeste tudo o que era bom e pensares que não estás feliz e que estás por tua conta...

Qual será a história dos teus olhos e o que será preciso para chegar a eles...

Diz-me o que é preciso para chegar ao fogo de antigamente e sair das ruas ou da rua da amargura e voltar a dar tudo.

Se o tudo já foi dado... dá-se o impossível, o incredível, o imoral e o banal. Com o diabo nos olhos, com sentimento no coração, com calor nas mãos e humidade na boca. Mas dá-se.

Mulher, tens de mudar a tua atitude. Tantas vezes me fizeste sentir que o mal era bom e agora estás ao ponto de me abandonares...

De quem será a culpa de se pensar duas vezes ?

Pensar duas vezes ?! Nem uma!

Faz-se! Mexe-se! Sonha-se! Desassossega-se!

Faz-se alguém trepar paredes!

Remoinho, furacão, leve brisa quente com cheiro a canela.

Vamos lá ver se a coisa desta vez arranca. O panorama era a mesma parede que foi necessária para ela lhe explicar como e o quê que lhe podia dar.

Dois braços em volta de outros dois. Dois abraços dados de uma forma tão diferente que é de deixar um homem a um passo da loucura com os truques sujos que se dá no coiro dum gajo...

E lembra-te quando andares a grande velocidade no teu carro, tão depressa que eu nem te vejo, que não te sinto… não te poder sentir é não sentir o coração a bater, é deixar de ouvir o silêncio que me diz o quanto te temo, te adoro, o quanto te quero e, acima de tudo e todos, o quanto te consigo sentir.

Sim, conseguir sentir-te, quando me falas das pessoas que tanto gostas e eu imagino aquelas de quem gosto de igual forma. Passar por cima de todos seria o tal gesto que tu és, e serás sempre, incapaz de fazer. Também eu o sou mas gosto de ti e de tudo o que implicas. É indiscutível que é mesmo de ti de quem falo. Quem me conhece sabe disso... erro fatal.

Existem coisas que nem merecem ser repetidas.

Como uns olhos contra o pôr do sol às 18:30h da tarde.

Mas também existem coisas que não devem ser escondidas de mim, nem dos meus sentidos e muito menos dos meus desejos.

Porque eu, tal como o ser humano, tenho os meus direitos.

Direitos egoístas, é certo, mas existem e têm que ser respeitados como tal.

Poderia dizer que gosto mais dele do que da própria vida mas era mentir; Nem eu sei explicar o quanto, ou como gosto… só sei que gosto e pronto!

por Pink Poison



Nenhum Deus ousaria criar o mundo se em nós houvesse reparado”, afirma ela sem qualquer tipo de modéstia.
Filha da sua mãe!
Na verdade está certa do que diz, ou seja, acha que mais do que aquilo não dá. E não dá mesmo.
É adoração, é alucinação, é doença, é desejo é uma ausência de explicação que se compreende.
Será… amor?
E mesmo que não se compreenda, que seja assim.
Porque no momento em que ela o encostou, literalmente, à parede nada havia para compreender.
Mexeu-lhe.
E remexeu.
Tocou.
Voltando a tocar. Como uma blusa voltada do avesso.
As sensações dele deambulavam entre o susto e a vontade de se deixar levar por aquela vontade alheia que o implicava, que lhe tocava e que o excitava. Naquela parede branca, onde a luz não abundava e a luz que, solenemente, reinava era a da janela, estava um homem indefeso e deliciado, encostado ao frio.
Encostado ao frio pelo corpo quente de quem o queria.
Misto quente.
Porque ela traz-lhe sensações que nunca experimentou.
Modéstia à parte. Não se explica porque caem lágrimas dos olhos dela com o nome dele escrito nelas e nem ela consegue explicar como é ele, nem tudo se explica e assim, o mundo é muito melhor.
Tudo o que é possível descrever é a sensação de conforto, companhia e, levemente, excitante daquele momento (mais um) em que o corpo dela se encostou ao dele. Calças pretas, t-shirt branca: calças azuis e qualquer coisa branca de manga curta. Naquele abraço encaixaram sensações diferentes: a novidade, a segurança (temporária, porque tudo o que tem de ser, tem muita força) e o saber que o calor que se está a sentir é de alguém próximo de nós.

Encosto-me por Pink Poison




Encosto-me.
Recosto-me e serenamente olho para o dia ameno mas a pedir uma lareira acesa.
Penso-te, sinto-te, olhos trémulos de te pensar de tanto bem querer de tanto bem estar ser desejado.
Pouco peço da vida, muito a vida dá, sem querermos. Poderemos ser dignos de momentos excluivos e bons como este.
É céu, é serenidade, é amor, é impulsividade que se manifesta e eu gosto. Gosto de mim e de ti e de que me trata bem.
Peço que os meus inimigos não morram novos para me verem vencer.
Vencer a tristeza, jogar o prozac fora, rir à gargalhada ter calma e viver. Gritar que estou viva e estou aqui para quem me quiser. Eu dei a volta ao meu mundo em 31 anos, muitas paragens nessa viagem mas valeu tudo.
Tudo se aprende nesta vida.
Tudo passa, tudo se esquece.
O mau para trás e que venha o bom da vida, a nata da vida, o meu néctar que não se extrai de uma flor mas sim de um coração, de uma voz, de uma boa musica, de um bom cheiro, de uma boa comida e de uns minutos a 300 km/h, entrar em todas as lojas do shopping, gastar rios de dinheiro em rios de palavras, livros, amigos e companheiros.
Ahhhhhhhhhhhh, os vícios, um bom beijo, que não se roube, não se peça, não se suplique, um abraço que nos encha os pulmões de ar.
Todas as tempestades acabam, e é bom que as testemunhemos: é a Natureza, aquela que é Grande, Nobre e Poderosa como raros seres humanos que nascem e deambulam pelos corações mais desonestos e que não merecem tal bênção.
Mostra-te.
Dá-te.
Quebra-te.
Atira-te.
Racionaliza... pouco
Sente
Sentes-me?
Solta a franga!
Brinca com o fogo pois só assim sabes se és um daqueles que a Natureza abençoou com a sua grandiosidade, força e nobreza.
Take me home num dia de sol em Paris ou Roma

Talvez a lua


Talvez a lua.
Pensando bem, talvez não. Enquanto que a mulher mais baixa do mundo afirma “Talvez a Lua” a sua altura não aumenta e, pelo menos no plano físico, não chegará à lua.
Não sei qual ou como é a sua lua e muito menos onde está; só sei que por cada passo que se dá, avança-se.
Lógico.
Talvez para a tristeza da frustração ou para a alegria da concretização.
Sei também que, por cada passo que se dá, ninguém se aproxima da lua, só do destino.
E do destino sei que brinca com os nossos sentimentos, com as nossas ilusões, transformando-as em desilusões. Acaba com tudo e mostra-nos novas possibilidades que, por vezes, embora saudáveis e promissoras, alguns teimam em recusá-las. Tem-nos nas suas mãos, o malvado destino, dá e tira com a crueldade e frieza de um psicopata assassino do género “Hannibal The Cannibal” em “ O Silêncio dos Inocentes”.
Por isso me revolto, por não avançar de encontro ao que é “saudável e promissor” e pensar que tudo o que me resta são situações pobres e podres. Por achar que posso escolher a situação seguinte e por isso paro. Falta de inteligência a minha, eu sou e serei sempre uma comum mortal…
Ao teimar em parar, como tenho vindo a fazer nos últimos 10 anos, teimando em alcançar o inalcançável, em tocar no intocável e em querer transformar o impossível no provável, não aceitei nada que resultasse do acaso, ou será correcto dizer, do destino ?
Não julgo, não tenho o poder ou a capacidade para tal; e não condeno. O que penso ser uma atitude pouco inteligente e pouco favorecedora da minha pessoa (e de quem me rodeia) são algumas das minhas atitudes e não gosto da barreira que existe, talvez criada por mim, entre mim e o(s) meu(s) objectivo(s).
É uma arte: a do destino. Não chegar Maomé à montanha e muito menos chegar a montanha a Maomé.
Tudo isto para dizer que estou atada, dos pés à cabeça e dentro desta, sem nada poder fazer para lá chegar.
Não dá.

Não

Não, o mundo compreende que tudo é subjectivo. Que querer foder numa obra não é escandaloso e que o bdsm é doutro mundo. Liberdade.Ver anjos. Ver o sexo dos anjos ou do diabo. Porque teremos todos que ter um esquema? Porque havemos todos de enganar e ser o que ninguém espera? Porque temos inveja dos outros de podemos ser tão bons ou melhores. Tesão, numa conversa telefónica, num olhar que no meio de um cabelo preto despenteado se vislumbra semi-cerrado depois de um broche. Ofegante, sonora, arrebatadora, louca, o sexo, sim, é a loucura. O tom de voz de voz que se altera, o telefonema recebido a meio da madrugada com a respiração alterada, a vontade tal que nos apertamos contra a almofada.
Tusa. Cheiros.Saias levantadas. Dedos em sítios quentes e obscuros.
Sou veneno que por vezes corre nas tuas veias, tens receio que te toque ou respire perto de ti, estou cruelmente excitada que me chega a doer. Porque confias em mim? Tu, homem sem nome, sem cara, desejas-me e sabes lá porquê... re-ivento-te com a mente e com....
Roço os meus lábios nos teus, sentes o meu calor, eu o teu, e agora, que fazer? Dás-me a lua? Não quero, quero prazer, mais prazer, quero escorrer em ti, quero mostrar-me.
Mundo. Sexo. O que sentes é real, o que eu sinto e penso é real, apenas me sai da alma, sair do corpo de vez em quando faz bem e entregar-se sem limites, sem limites, repito. Não fodes à primeira, fodes à segunda sem eu te largar um segundo.

Baixa as defesas

Baixa as defesas.
Não podes mais, eu provoco-te, na calada do dia, no escuro da noite, com o meu cheiro, com o meu poder de luta, comigo. Sou atípica, dou.te carinho, emociono-me, e, sim, choro, choro de prazer, de tristeza, não sou máquina de foder mas sim máquina a foder. Humildade, não, não a tenho, por que motivo galeria de ter se tanto gosto de mim e emociono-me com um simples sorriso de que amo.Anda comigo, para a terra dos sonhos, onde habitam os grandes da História, Fernando Pessoa, anda comigo para uma obra, fazer loucuras,…Não sei bem porquê, a despedida emociona, ajuda a tornar decisões, a procura torna-se uma excitação, um abraço, um beijo, um abraço, um corredor onde me levantas as saias e me masturbas e eu gemo de prazer.
Suo.
Gemo.
Não sou superior, supero-me.